Mostrando postagens com marcador Marketing. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marketing. Mostrar todas as postagens

29 de junho de 2012

O que considerar ao criar sua marca

Como se diferenciar no mundo no qual a escolha parece ser infinita e as marcas surgem e desaparecem ao sabor do vento? Pois bem, não é fácil, nem parece ser uma ciência exata… Mas marca é muito mais do que um nome bonito e um desenho legal…
Qual a correlação entre marca, logo, sucesso, fracasso? Nenhuma? Pois bem, nem todos pensam assim. Claro que estratégia, produto, competição, preço, custo, contam muito para o resultado final, mas uma marca e um logo podem ser seu cartão de visita para entrar ou não no jogo.
Buscando algumas inspirações quanto ao nome? Eu mesmo participei de vários processos de start-ups com escolha de nomes como Zap, ibiubi, Limão, Miniblog, Oi, Território Eldorado, e algumas que estão por vir por aí. Já tive situações em que, apresentando um
Leia mais...

5 de abril de 2012

O mundo mudou. E a sua empresa?

Mudança é assunto mais que recorrente aqui neste espaço. Estamos passando por um período semelhante ao ocorrido quando da revolução industrial, mas com mais impactos na economia, no trabalho e na sociedade. Toda essa mudança é potencializada pelo crescimento e evolução da internet, mas a internet em si não poderia fazer toda essa transformação somente por existir. São as pessoas que a utilizam que mexem com a configuração de forças existentes no mundo.
As pessoas sempre se rebelaram contra o poder institucionalizado por meio de sindicatos ou de associações de moradores por exemplo, mas o equilíbrio delicado entre as economias de escala proporcionadas pelas grandes empresas e organizações criadas pelas pessoas mudou graças ao surgimento e à disseminação das tecnologias sociais.
Nesse sentido, relaciono abaixo o que considero serem as grandes forças que estão transformando a economia, o trabalho e a sociedade:

  • A confiança em empresas está decaindo: Segundo o MIT (Massachusetts Institute of Technology), apenas 14% das pessoas acreditam em propaganda veiculada na mídia tradicional (jornais, TV e rádio). As demais pessoas (86%) acreditam mais nas opiniões veiculadas em mídias sociais como blogs, Facebook e Twitter. Estudo da Mckinsey mostra que 62% da população adulta em 20 países confiavam menos em empresas em dezembro de 2008 do que no ano anterior;

  • Transformação dos 4”P”s em 4 “E”s do marketing: No lugar de preço, produto, praça e promoção, agora temos respectivamente troca (exchange), experiência, engajamento e onipresença (everyplace);

  • Transferência do poder das instituições para as pessoas: As tecnologias que mais beneficiam as empresas não costumam pegar, mas aquelas que beneficiam as pessoas, sim. O Facebook, por exemplo, deu às pessoas o poder de se conectarem sem ter a supervisão de uma corporação e a Wikipedia permitiu que as pessoas criem conteúdo sem a necessidade da aprovação de um expert;

  • Migração de uma economia de massa para uma economia de nicho: Os custos de atingir nichos estão caindo drasticamente, fundamentalmente em empresas que oferecem serviços, cada vez mais realizados de forma digital;

  • Economia de abundância: Vivemos cada vez mais em uma economia de abundância ao invés de escassez. Os recursos de produção são cada vez mais baratos devido à migração de um mercado que oferecia produtos e que agora oferece serviços;

  • Crescimento da demanda por sustentabilidade: É preciso encarar sustentabilidade não só como uma agenda ambiental. É preciso perceber o aumento de pessoas doentes por conta do trabalho, o aumento do stress e a disseminação da intolerância, custos intangíveis que as pessoas pagam por um modelo de capitalismo que já se esgotou.

O mundo mudou. E a sua empresa? Com todas essas transformações no mercado, não faz o menor sentido continuar com o mesmo pensamento. Repensar modelos de negócio e gestão é mais do que necessário – é uma questão de sobrevivência.




Leia mais...

3 de abril de 2012

Composto de marketing - 4Ps




No post anterior "conceituando o marketing", verificamos a grande importância do marketing para as empresas, além de conhecermos sua principal função: comunicação entre empresa e o mercado, para garantir a realização de trocas (compras) visando satisfazer as necessidades e/ou desejos das pessoas e organizações.
Seria muito fácil e um equívoco muito grande apenas conceituar o que é o composto de marketing (4Ps). Eles precisam de outros conceitos, que iremos abordar, para sua correta utilização.
Antes de qualquer ação é necessário levar em consideração três pontos fundamentais de todas as organizações: sua missão, visão e objetivos. Esta preocupação é muito importante justamente para que tais ações do marketing não se desalinhem do planejamento estratégico organizacional, ocasionando uma “perda de identidade”, levando a deterioração da marca, dos produtos e por fim, a própria empresa. Em resumo, o marketing precisa ser desenvolvido para que o planejamento estratégico seja alcançado.
O segundo ponto que necessita de total atenção são as pesquisas. Elas tem por objetivo a busca por informações para compreensão do ambiente na qual a empresa se encontra. Meireles (2009, p. 87) divide tais análises em três grupos:

  • Pesquisa do macroambiente e do microambiente: pontos que dizem respeito à economia, legislação, tecnologia, demografia, política e cultura; concorrência direta e indireta, evolução do mercado e da demanda, diferenças regionais, crescimento de novos mercados.
  • Pesquisa sobre o comportamento, necessidades, desejos e características do consumidor/cliente: retrata o perfil demográfico e psicográfico do consumidor, bem como suas razões de compra, atitudes, opiniões, motivações de consumo, além de hábitos, costumes, necessidades e desejos.
  • Pesquisa do ambiente interno: recursos financeiros e humanos, infraestrutura, produção, tecnologia e etc.

Minadeo (2005, p. 21) conceitua pesquisa de mercado como “coleta de dados que possam ser úteis para as atividades de marketing. (...) A pesquisa de mercado, enfim, tem como objetivo manter a empresa provida de informações de modo a manter-se competitiva.”
Lembrando que as pesquisas só terão validade e utilidade se houver nitidez das informações na qual a empresa deseja conhecer. Caso isso não ocorra... haverá dispêndio de tempo e por conseqüência, de dinheiro.
Para complementar o pensamento de Meireles, Kotler (1998, p. 37) diz que o marketing fundamenta-se em quatro pilares, ou seja, todo o planejamento de marketing necessita considerar os pontos a seguir:

  • Mercado-alvo: nenhuma empresa tem a capacidade de atuar para satisfazer as necessidades de todo mercado e muito menos poderá fazer um bom trabalho se não focar em um nicho, ou seja, um público-alvo bastante específico. Ex.: empresa do ramo educacional que atua exclusivamente para crianças de 2 a 7 anos.
  • Necessidades dos consumidores: este ponto está diretamente relacionado ao anterior. Topo mercado-alvo carece de necessidades específicas e cabe ao marketing conhecer plenamente seus consumidores. Esta tarefa não é simples, pois existem situações onde as necessidades não são totalmente declaradas pelos consumidores, carecendo de uma interpretação. Ex.: O consumidor deseja comprar um carro barato. Barato em que sentido? Variáveis: no ato da compra, em sua manutenção, facilidade na hora de revendê-lo, etc.
  • Marketing integrado: Todos os departamentos da empresa trabalham de forma conjunta para anteder aos interesses dos consumidores, ou seja, todos os funcionários são conscientizados a trabalhar para o consumidor.
  • Rentabilidade: É o propósito final do conceito de marketing. Gerar lucro para as empresas. A regra neste ponto é a seguinte: Lucra mais quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores.


Todos os pontos abordados até aqui servem de apoio para avaliar, desenvolver ou compreender comportamentos e tendências, que serão utilizadas para uma boa gestão de marketing. As informações darão fundamentação para a utilização eficiente do chamado composto de marketing (marketing mix) ou simplesmente “4p’s”.
Kotler (1998, p. 97) conceitua o composto de marketing como um “(...) conjunto de ferramentas que a empresa usa para atingir seus objetivos de marketing no mercado-alvo”.
Agora sim... vamos à eles:

Figura 3.12 Os quatro Ps do composto de marketing. Fonte: (kotler, 1998)  

*O composto de marketing é bastante amplo e a figura acima cita alguns pontos abordados por cada item.
  • Produto: é a ferramenta básica e tangível do composto de marketing ou marketing mix. Sem ele o marketing não existe.
  • Preço: é o ponto mais crítico do composto, ou seja, é a quantidade de dinheiro que os clientes irão pagar pelo produto.
  • Praça: aponta como os produtos chegarão à mão dos consumidores, ou seja, sua distribuição.
  • Promoção: fator que promove e comunica os produtos ao mercado.

Mas como praticar o marketing na empresa? Os responsáveis por esta área precisam estar vigilantes à todos os pontos até aqui abordados, planejando e agindo no mercado na qual a empresa atua. É isso que faz toda a diferença!
Cada departamento organizacional tem a sua funcionalidade e seu grau de importância. Com o marketing não é diferente. Muitos gestores desta área afirmam que a área de marketing são "os olhos, os ouvidos e a boca" das organizações. Agora imagine você, em seu estado humano, sem estes sentidos; sem poder ver, ouvir ou pronunciar qualquer palavra? A vida seria difícil! Pois bem, existem milhares e milhares de empresas que nem se quer dão importância a esta área... ou executam as ações de marketing sem significado e direção. O mundo dos negócios deve ser complicado para tais empresas.

Pratique o marketing com racionalidade, qualidade e simplicidade, humildade e agressividade!

Concluo este post com a frase bastante verdadeira, que diz: 


"Planos não são nada; planejamento é tudo." Dwight D. Eisenhower (Presidente dos EUA)



Até a próxima;


Abraços!



Fontes:

KOTLER, Philip. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1998. 

MEIRELES, Roberto. Pesquisa de comportamento do consumidor: ponto inicial para melhor segmentar mercado e posicionar produto. In:____Marketing a teoria em prática. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2009.

MINADEO, Roberto. 1000 perguntas - Marketing. Rio de Janeiro: Editora Rio, 2005.
Leia mais...

18 de março de 2012

Conceituando Marketing



Grande parte da população e até mesmo certos empresários tem dificuldade em dar um conceito bastante significativo a respeito do marketing. Esse problema surge quando usamos ou percebemos o marketing de forma parcial, em pequenos pedaços, diante de um conjunto de características que ele possui. Termos como publicidade, telemarketing (call center), merchandising, anúncios, panfletos, etc, estão constantemente no dia-a-dia das pessoas e das empresas, o que deixa ainda mais complexo o entendimento conceitual do marketing, juntamente com algumas afirmações: “isso é puro marketing”, “que jogada de marketing fez aquela empresa..”, que também ajudam a dificultar seu significado.
Vamos começar definindo o que não é marketing. Publicidade, telemarketing, textos de divulgação que o gerente de marketing desenvolve, o trabalho do assistente de marketing quando desenha folhetos com anuncio de preços; tudo isso e mais um pouco não é marketing. Os termos citados são apenas fragmentos do que realmente é o marketing, ou seja, são as ferramentas na qual se desenvolve a ação do marketing.

Segundo a American marketing Association, “marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem criação, comunicação e entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado”.

Fernando Dolabela (1999, p. 147), conceitua marketing como um “(...) processo de planejamento de uma organização que busca realizar trocas com o cliente, cada um com interesses específicos : o cliente quer satisfazer suas necessidades; uma empresa quer gerar receita.”

Ageu Barros (2005, p. 24), disponibiliza um conceito bastante simples na qual retrata o cotidiano de todas as organizações. Ele diz que “Tudo aquilo que a empresa deixa o cliente perceber é marketing.”

Para complementar este conceito, Philip Kotler diz que o “marketing é o processo de planejar e executar a concepção, a determinação do preço, a promoção e a distribuição de idéias, bens e serviços para criar negociações que satisfaçam metas individuais e organizacionais de forma lucrativa”.

Podemos resumir o marketing em apenas uma palavra: troca. É através do marketing que a empresa se comunica com o mercado e seus clientes! Essa comunicação seria mais ou menos assim: “olá freguês! Eu sou a empresa “x” e estou oferecendo essa linha de produtos e/ou serviços, que por sinal são de ótima qualidade! Não gostaria de experimentar? Sei que não irá se arrepender!”; ou seja, é através da disponibilidade de um bom ambientes de troca, que envolve o produto, preço, as promoções e seu ponto de venda.
É bastante interessante o conceito do autor Ageu Barros quando diz que o marketing é tudo que o cliente percebe sobre as empresas. Isso é uma realidade verídica! A limpeza de um banheiro, o tamanho da loja que vende o produto, as estratégias de preço e de descontos, a escolha do ponto de venda, a posição do produto na gôndola, o tamanho e o design da embalagem, a maneira como o motorista do caminhão pintado com as cores da empresa dirige, o tipo de couro usado para fabricação de um sapato, a voz e a forma com que telefonista que atende os telefonemas, a velocidade na qual a entrega é realizada, o atendimento pós-vendas, as garantias oferecidas ao produto ou serviço, etc; tudo isso é fazer marketing.
Citarei algumas questões na qual o marketing tem como responsabilidade:

  • Investigar novos nichos de mercado;
  • Identificar o perfil dos clientes;
  • Buscar novos produtos que proporcionem vantagem em relação à concorrência;
  • Criar e manter serviços personalizados aos clientes, de modo a manter um relacionamento de longo prazo entre a empresa e seus consumidores;
  • Utilizar adequadamente ferramentas como propaganda, promoção de vendas, etc;
  • Realizar e interpretar pesquisas de mercado;
  • Manter diálogo com as pessoas que lidam com os clientes.

O marketing tem como função ajudar as empresas a perceber se há a necessidade de promover mudanças. Vivemos em um ambiente empresarial totalmente dinâmico, movido pelas necessidades e desejos das pessoas. O diferencia está em atender de forma mais ágil tais necessidades e desejos dos clientes e desenvolver um bom ambiente de troca, onde empresa e fregueses lucrem com com a mesma.


O próximo post irá tratar de como fazer o marketing através de seu composto.





Abraços!





Fontes: BARROS, Ageu. Gestão Estratégica nas pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro, 2005.


DOLABELA, Fernando. O segredo  de Luísa. São Paulo: Cultura Editora Associados, 1999.


LAURA, Figueira, CHERMONT, João, GONZALES, Cristina. O que é marketing. In:____Marketing a teoria em prática. Rio de Janeiro, 2009.


MINADEO, Roberto. 1000 perguntas - Marketing. Rio de Janeiro, 2005.
Leia mais...

29 de fevereiro de 2012

Mídias sociais nas empresas

Para muitas pessoas elas são apenas um passatempo; para outras, tem se tornado indispensáveis na busca de informações e disseminação de idéias. Sua expansão é um fenômeno social que dia após dia alcançam pessoas de todas as idades e classes sociais. Seus resultados na sociedade são vistos com notoriedade, como, por exemplo, ajudou Barack Obama a se tornar o primeiro presidente negro dos EUA, organizou manifestações e protestos em países árabes (Primavera Árabe), tem revolucionado o jornalismo, reinventando propagandas e a interação entre empresa-consumidor.
Mas afinal o que são as Mídias Sociais? Mídias sociais são tecnologias  e práticas  on-line, usadas por pessoas para disseminar conteúdo, provocando o compartilhamento de opiniões, idéias, experiências e perspectivas. Em resumo, é o uso da internet através de plataformas disponíveis; como o Facebook, Twitter, Linkedln, Blogger, You Tube, etc.
Este tema é tão importante para as empresas pois está relacionado a uma área bastante importante. O Marketing.
Algumas pessoas possuem em sua mente um conceito equivocado de marketing. Entendem que o marketing é propaganda. Isso não procede.
O conceito de marketing é mais abrangente. Segundo a America Marketing Association, citado por Laura Figueira e col. (2009), conceitua que o "marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem criação, comunicação e entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado."
E é neste contexto que as mídias sociais surgem para as empresas, dando auxílio a área de marketing e garantindo estreitamento no relacionamento com seus consumidores e clientes em potencial. Por outro lado há uma resistência por parte das organizações na utilização destas ferramentas pois receiam perder o controle da situação.  Como tudo na vida há riscos, a sua implantação e seu uso também possuem; porém, ignorar essa  tendência é rejeitar seus benefícios, que se forem bem utilizadas podem trazer uma série de vantagens.
O fato é que as grande e pequenas empresas precisam aprender a lidar com as mídias sociais; e o primeiro passo para isso é pensar de forma estratégica, ou seja, a sua implantação precisa ter uma razão, possuir objetivos.
Nesse planejamento, podemos destacar três áreas críticas que precisam de atenção: manutenção da boa reputação, aumento das vendas e participação no mercado, a melhora da gestão de conhecimento e inovação. Vejamos:
  • A manutenção da reputação está ligada a duas situações: construção da marca e o seu gerenciamento. Toda empresa investe na construção de sua marca; e isso requer investimentos em propaganda, publicidade. O que precisamos entender e que os consumidores possuem em suas mãos uma poderosa ferramenta de destruição/construção  de marcas sem nenhum custo, só precisam espalhar suas opniões sobre um determinado produto ou empresa nas mídias sociais. A entrada das empresas nas redes sociais surge justamente para monitorar e melhorar a comunicação com seus consumidores, dando-lhes retornos (respostas) rápidos, gerando assim o acompanhamento de suas marcas e produtos. Lembrando que sempre existirão pessoas irredutíveis quanto suas opniões na qual será difícil mudar uma impressão negativa e que ser omisso em não responder as criticas levantadas pelos consumidores é facilmente percebida nas mídias sociais, gerando prejuízos à marca.
  • O aumento das vendas está relacionado a facilidade com que esses canais de mídias alcançam milhares de pessoas a custos muito baixos. Neste caso, as campanhas de marketing precisam ser bastante criativas e únicas! Um exemplo dessa criatividade e unicidade está na  campanha da empresa Nissan através do comercial Pôneis Malditos. Foi uma febre nas mídias sociais se tornando uma campanha viral. Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan do Brasil, diz em entrevista ao site WebMotors que  "(...) pesquisas detectaram baixa lembrança da marca entre os consumidores brasileiros, queríamos um comercial que fosse alegre, divertido, que as pessoas sentissem prazer em comentar com os amigos no boteco, além de ser recomendado nos e-mails e nas redes sociais.”. Após seu comercial se propagar por todas as mídias sociais a Nissan obteve crescimento de 81% em suas vendas no ano de 2011. O segredo para o sucesso é estudar com cuidado as campanhas a serem lançadas nas mídias sociais. Até mesmo a simples melhora no serviço de atendimento ao consumidor já garante retorno, propaganda "boca a boca", fidelização e aquisição de novos clientes. Muitas empresas usam as mídias socias para se tornarem uma extensão do SAC (serviço de atendimento ao cliente). Deve-se tomar cuidado com erros nesses canais pois são expostos a uma multidão de pessoas, trazendo problemas difíceis de serem reparados a curto prazo.
  • As mídias sociais oferecem dados quantitativos importantíssimos para a geração de conhecimento e inovação. Profissionais especializados se encontram conectados a rede através de blogs, fóruns e sites especializados, que estão a disposição de qualquer funcionário da empresa, ampliando seus conhecimentos e sua capacidade de inovação. Diálogos nestes canais podem gerar benefícios agregando a empresa conhecimentos específicos sobre determinados assuntos, sem de fato, exigir treinamento. O aumento do nível de inovação nas organizações pelo uso das mídias sociais são enormes. A proximidade é tanta entre empresa-cliente que fica fácil ouvi-los a ponto de responder as críticas e aproveitar sugestões inovadoras que podem surgir nesses ambientes. Para as empresas isso se torna uma ferramenta de vantagem competitiva pois a detenção de tais informações pode  te colocar à frente de seus concorrentes.

Para começar a implantação destas ferramentas é preciso dar resposta a uma pergunta: "em quais canais os meus clientes e futuros clientes estão?". Isso é muito importante pois revela  onde seus usuários estão relatando as informações - críticas, sugestões ou apenas querendo um suporte ao que está sendo oferecido pelas empresas.
A compreensão desses canais a nível de funcionalidade deve ser levado em consideração,  seus horários de maior audiência e o perfil das pessoas que os usam, além da necessidade de tempo. Me refiro ao tempo em dois sentidos: o primeiro está relacionado a alocar uma pessoa para esse trabalho (profissional treinado); já o segundo e dar um certo  tempo para se alcançar a maturidade e o bom funcionamento destas ferramentas.
Mas será que as empresas precisam ter conta em redes sociais? Não. Mas carecem estar atentas para o que as pessoas estão fazendo e comentando. Isso é muito importante pois verifica se é necessário à empresa um reposicionar no mercado.
Nos tempos atuais há uma tendência crescente que nos torna cada vez mais móveis e interligados, graças a internet e aparelhos como o celular; e as empresas precisam se desenvolver a medida que a sociedade evolui.  Estar conectado a sociedade através das redes sociais e o uso inteligente das tecnologias disponíveis são fatores que destacam a busca pela excelência sem perder o verdadeiro foco empresarial. Atender as necessidade e desejos das pessoas.



Fonte: Mídia social, ISTOÉ Dinheiro, Revista Management - janeiro/fevereiro 2012 - 1, 2, 3 Estratégias de Mídias sociais.
Leia mais...